Posted by: carlosgrohmann | November 5, 2010

Some thoughts on a fresh install of gvSIG

I just did a fresh install of the just-released gvSIG 1.10. This is a nice Free and Open Source Software (FOSS) GIS that is written in java, so it runs pretty much anywhere, even from a flash drive.

So I downloaded the installer, set up the execution permission (I’m on Linux) and run it. Te first thing the installer asks you is about the Java Runtime Environment (JRE). I only had two choices (the other two were unavailable): selecting a JRE already present in my machine or install a JRE ready to use in my home directory (this is the recommended option). Hey, gvSIG devs: I don’t want that JRE in my HOME directory. I’d like to have it somewhere else, in a place I can choose (not you guys). Turns out i only realized this after I completed the install, so I went and deleted the directory with the binaries (for this one I can choose the location…) and move the folder with the JRE to another place, and did a second install selecting a pre-existent JRE. OK, done. Yeah, right.

 

After the installation completed, of course I started the program. Now… besides creating the /home/you/gvSIG with the JRE (unless you change thing by hand0, when the program starts, it creates two new directories under you home dir. One called gvSIG (which will be the same as the JRE) and one for the Sextante extensions. Now, devs… again: I. Don’t. Want. This. I want to choose where this thing go. I have a ‘gisworks’ dir just for that. I would happily have a ‘gvSIGworks’ under ‘gisworks’, but not above it.

Looking the gvSIG.sh file, I found no way of altering the location of these directories. That sucks.

 

In the end, these thing only drive me away from the software. I know this is a good GIS program, but I have my way of working, and I don’t want to change a lot of things now.

So, gvSIG developers: PLEASE, give us the ability to choose where we want the directories. Don’t force your decisions on us.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Posted by: carlosgrohmann | November 1, 2010

Nature by numbers

[EN] – A beautiful video about how math and geometry relate to some aspects of nature. In the author’s site, there is also a nice page with the mathematical background of the concepts shown in the video, like the Fibonacci sequence and Voronoi tessellation.

[PT-BR] – Um video muito legal sobre matemática, geometria e natureza. No site do autor, também há uma página com explicações didáticas sobre os conceitos utilizados, como a sequência de Fibonacci e  mosaico de Voronoi.

(post original em ciência na midia)

Posted by: carlosgrohmann | October 30, 2010

Caps locks

Remember, you should NOT write emails in all caps.

 

 

via The Oatmeal

Posted by: carlosgrohmann | October 29, 2010

Science vs. Faith

Science wins, always

(found somewhere around the interwebs)

Posted by: carlosgrohmann | September 20, 2010

GoogleDocs Presentation – primeiras impressões

Já não é de hoje que eu não me sinto a vontade quando tenho que preparar uma apresentação oral para um congresso ou mesmo para uma aula. Não que eu não goste de fazê-las, mas porque os programas disponíveis simplesmente não me animam.

O Microsoft Powerpoint, certamente o mais utilizado na categoria, não me atrai. Eu tenho um problema sério com os produtos da MS. Eu acho que eles são limitados, pesados, chatos e cheios de bugs (alguém aí falou em Window$?). Se você leva o arquivo para outra máquina, pode esquecer da formatação original, só pra dar um exemplo.

O grande concorrente da suíte MS-Office é o OpenOffice. A ideia é ótima: um programa (ou melhor, vários) livre e de código aberto. Do jeito que eu gosto. Mas… o trem é absurdamente pesado e lerdo. Sim, na minha opinião, o OOffice é lerdo e pesadão. Dá até raiva editar um texto nele, quanto mais preparar uma aula com mais de 100 slides (coitados dos meus alunos..).

Já fiz também várias apresentações com LaTeX, usando a classe Beamer. Vejam, eu *adoro* usar LaTeX. Fazer minha tese de doutorado com LaTeX e BibTeX não apenas me poupou uns dois meses do prazo final (para diagramação e revisão das referências bibliográficas) mas também gerou um resultado que não deve nada a livros editados profissionalmente. Mas.. o Beamer é meio chatinho, e não dá para simplesmente “colar” uma imagem no slide ou alterar o layout com dois cliques do mouse. É preciso ter um certo tempo disponível (ou muita prática e alguns modelos prontos). Então eu até sugiro LaTeX + Beamer como uma solução, se você sabe o que faz e procura um resultado bem profissional.

Outros programas que testei também não me animaram muito. Como usuário de Linux, testei o KPresenter, que faz parte do Koffice, a suíte para escritório do gerenciador de janelas KDE. Meu problema com o KDE é parecido com o OOffice: o treco é pesado. Eu não sei porque cargas d’água (como diria minha vó) os programadores resolvem fazer programas que são altamente dependentes de um monte de outras coisas. Se você usa Gnome ou XFCE (como eu), e resolve instalar o KPresenter (ou qualquer outra aplicação que seja “para” o KDE), vai “ganhar” de brinde um monte de outros programinhas e bibliotecas que são necessárias para que esses programas funcionam. Se você usa o KDE como seu gerenciador de janelas, tranquilo, já que essas bibliotecas serão carregadas quando você iniciar sua sessão, mas se você não usa, as bibliotecas terão que ser carregadas para que o programa inicie, ou seja, você vai ter que esperar um pouco e sua memória RAM vai se entupindo de coisa que talvez você não precisasse.

Eu realmente gostaria que esses programadores resolvessem fazer aplicações mais “stand-alone”, que sejam leves e façam bem seu serviço sem a necessidade da “bagagem” extra.

E aí é que chegamos ao ponto do post. Depois de tantas idas e vindas, resolvi testar o GoogleDocs Presentation. E me surpreendi. Apesar de ainda não ter muitos recursos, funciona muito bem. Preparei minha aula de 130 slides sem problemas. Figuras da internet são tão fáceis de inserir quanto arrastar a danada sobre o slide e pronto. Gostei dos modelos disponíveis e gostei do resultado final, que exportei como PDF para usar na aula e depois disponibilizar aos alunos.

Claro que o trem não é perfeito. Não há (ou eu não achei) ferramentas para desenhar sobre o slide (como linhas e setas) e só é possível definir o layout de um slide quando se cria um novo, não é possível alterar um o layout de um slide. Também não tem transparência (alpha) nas cores, o que seria uma boa.

Fora isso, recomendo. Não tem problemas com perda de formatação ao continuar em outra máquina e muito menos o risco de uma tela azul da morte arruinar seu dia.

Posted by: carlosgrohmann | August 9, 2010

O que fazer em caso de contato extraterrestre

Este é um post de utilidade pública. A imagem a seguir explica claramente o que você deve fazer caso seja o(a) escolhido(a) (ou der o azar de) para ser o primeiro ser humano a ter um contato com aliens.

Leia bem e estude os procedimentos. Eles são essenciais ao nosso futuro. Em caso de ficar com receio de esquecer alguma coisa, não tenha vergonha, imprima uma cópia pequena e leve junto de você na sua carteira ou bolsa. Nunca se sabe quando o grande momento pode chegar.

clique na imagem para ver em um tamanho humanamente legível.

Alien Contract Infographic

A fonte dessa vez é o blastr, mas eu já tinha visto esse gráfico antes em algum outro lugar.

Posted by: carlosgrohmann | July 22, 2010

O uso correto das coisas

É reconfortante quando sabemos que estamos usando uma ferramenta corretamente, ainda mais quando se trata de algo tão complexo e intrincado quanto um facão de mato.

Etiqueta do facão de mato "Corneta"

Posted by: carlosgrohmann | July 21, 2010

Como se pode odiar, ou amar, um país?

Como se pode odiar, ou amar, um país? […] Conheço pessoas, conheço cidades, fazendas, montanhas, rios e rochas; sei como o sol poente do outono se esparrama pela face de um certo tipo de terra arada nas montanhas; mas qual o sentido de impor um fronteira a isso tudo, dar-lhe um nome e deixar de amar o lugar onde o nome não se aplica? O que é amor pelo seu país? É o ódio pelo seu não-país? Então, não é uma coisa boa. É apenas amor-próprio? Isso é bom, mas não se deve fazer dele uma virtude ou uma profissão de fé… Na mesma medida em que amo a vida, amo as montanhas […], mas esse amor não tem uma fronteira traçada com ódio. E para além disso, sou ignorante, espero…

Therem Harth (Estraven)

A mão esquerda da Escuridão – Ursula L. Le Guin (1969)

Posted by: carlosgrohmann | June 6, 2010

Geomorphometry 2011

Geomorphometry 2011:  Five days of Digital Terrain Analysis (Conference + Workshops)

August/September 2011

ESRI Campus Redlands, California, USA

http://geomorphometry.org/2011

e-mail: 2011@geomorphometry.org

PROGRAM CHAIRS

  1. John P. Wilson, University of Southern California
  2. Michael Gould, ESRI
  3. Ian S. Evans, Durham University
  4. Tomislav Hengl, University of Amsterdam

KEY DATES (proposed, not final)

  • Workshop proposals due: December 2010
  • Extended abstracts due: 1 March 2011
  • Notification of acceptance: 1 April 2011
  • Final camera-ready digital manuscripts due: 1 May 2011
  • Author registration deadline: 15 May 2011
  • Early registration deadline: 15 May 2011

Things are just starting.. don’t miss it!

Posted by: carlosgrohmann | May 1, 2010

BSOD…

We know that feeling, Data..
(from here)

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